O 6 Herrera

Frente aos Estados Unidos, Osório colocou Herrera a 6 em buscar de melhorar a qualidade na construção de jogo. E, se à partida a ideia poderia parecer um bocado estranha, retirando Herrara da função box-to-box e “castrá-lo” das suas arrancadas, a verdade é que ao mesmo tempo que conseguiu controlar muitas das arrancadas “à toa”, conseguiu também estimular o cérebro de Herrera e obrigá-lo a procurar soluções que de outra forma não veria e conferir alguma pausa ao seu jogo. Pausa essa, como venho defendendo há muito tempo já, necessária para quem pretende ter o controlo do jogo.

Desta forma, o 6 Herrera é bem diferente do 8 Herrera. É um jogador menos de transições e mais de controlo, um jogador, na minha ótica, mais apropriado ao futebol de equipa grande

Contudo, nem tudo são aspectos positivos. Para esta adaptação ser bem sucedida, Herrera necessitaria de melhorar muito a sua agressividade no momento da transição defensiva, bem como o seu posicionamente. Nada que com trabalho não se fizesse.

Neste vídeo ficam as acções de Herrara na primeira parte frente aos Estados Unidos. Estará aqui o futuro 6 do Porto? Ou continuariam a apostar nele como box-to-box?

 

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s